Antes de começar, quero pedir desculpas: Por decidir me empenhar de verdade nos estudos, acabei sem muito tempo para outras coisas, e por descuido, fiquei sem postar aqui.
Mas agora, sem avaliações, provas, ou (grandes) preocupações, podemos ir ao que interessa!
Seguindo a linha de "coisas que me acalmam" e afins, decidi que esse post seria sobre filmes e seriados, afinal, quem nunca acabou decidindo ver um filme, ou uns episódios de alguma besteirinha que achou na TV e acabou gostando? (provavelmente muita gente, enfim) Isso aconteceu comigo, com o primeiro filme que eu vou citar aqui, que nunca poderia ficar de fora.
Orgulho e Preconceito (2005)
Quem me conhece muito provavelmente está dando um risinho ou segurando uma plaquinha "Eu Já Sabia", mas tem como não citar esse amor?
Ok, vamos lá: Orgulho e Preconceito, filme de 2005 dirigido por Joe Wright, é baseado no livro de mesmo nome escrito por Jane Austen em 1813, e conta a história das irmãs Bennet e sua busca (pelo menos de algumas delas) por um marido rico, que significaria ascensão social e um vida de madame. Mas para Elizabeth Bennet, a segunda mais velha de cinco irmãs, não é assim que a banda toca: Só um amor de verdade a levaria a casar; mas para sua irmã mais velha, Jane, as coisas são diferentes. Dona de um temperamento doce, a bela Jane rapidamente se aproxima do novo vizinho na região, o Sr. Bingley, dono de uma fortuna, locatário da mansão de Netherfield Park, e melhor amigo do polêmico Sr. Darcy. Primeiramente, a impressão que temos é que faíscas saem de cada encontro entre Darcy e Elizabeth, até que, para qualquer telespectador atento, fica evidente que a aproximação tomou diferentes rumos. Mas a grande questão da história concentra-se já no nome: Será que ambos seriam capazes de deixar de lado o ~Orgulho~ e o ~Preconceito~ para focarem-se no que realmente importa?
Esse filme, assim como o livro, me deixa nas nuvens toda vez que o assisto: tem uma fotografia que me deixa aos suspiros, assim como a simples presença da linda Keira e do queridíssimo Matthew MacFayden, que tem uma "química" de dar inveja á muito
Amadeus (1984)
Já experimentaram falar esse nome em voz alta? Wolfgang Amadeus Mozart. Ficou claro que retratar a vida de ninguém mais ninguém menos que Mozart mereceria um filme tão genial e grandioso quanto o próprio. Fico feliz quando lembro que foi meio por acaso que acabei vendo esse filme, também.. Pedi ao meu pai que alugasse filmes, e entre alguns, aquele DVD com uma máscara enigmática na capa me chamou a atenção, as três horas de filme que eu tinha pela frente me deixaram meio receosa, mas é óbvio que valeu mais que a pena. O filme se passa através dos relatos do músico Salieri, já velho e internado em um asilo, que após tentar se suicidar, começa a confessar a um padre desde sua juventude até a sua trama contra Mozart. Uma relação unilateral de inveja, admiração e loucura crescem com o passar do filme, (e a minha história de amor com a risada nada discreta de Mozart); também vemos um pouco da vida de Mozart em Viena, sua trajetória familiar e o caminho desesperador em que ele se vê, com as dificuldades financeiras e a partida da esposa com o filho. Salieri, ainda em seu engenhoso plano, ilude Mozart (já em um estado de saúde debilitado), e o induz a terminar aquela que seria a sua última obra, o Requiem encomendado por Salieri. Atravessam a madrugada nesta missão, quando a esposa de Mozart, arrependida, retorna de sua fuga, manda Salieri ir embora e tira de suas mãos o fruto daquele engenhoso plano; após esses ocorridos, ao tentar acordar o marido, Constanze, sua esposa, descobre que está morto.
Entendam como quiserem, sempre fui uma fã de vários tipos de loucura, e a dos dois - Salieri e Mozart - de alguma forma, fez com que esse filme se tornasse mais do que um filme locado ao acaso.
ah, e eu não me perdoaria se deixasse passar a chance:
V de Vingança (2006)
Esse filme é um dos poucos motivos para que eu goste do canal TNT. De tanto ser transmitido, consegui, apesar de na época não ser pra minha idade, ver o filme inteiro, e, good god, ser teimosa nunca foi tão legal.
Esse filme é a síntese de (quase) tudo que eu gosto de ver em um filme: distopias, Natalie Portman, cenas de ação (que sempre me fazem esquecer de respirar), sangue, e aquele personagem que só poderia ser descrito com um palavrão enaltecedor de suas ~habilidades~.
Baseado nas graphic novels de Allan Moore e David Lloyd, V de Vingança se passa em uma Inglaterra distópica de um passado (para quem vive no mundo de hoje, pelo menos) alternativo e futurista. Conta a trajetória de Evey, que após algumas crises de moral, aceita que está ao lado do mascarado (e muito misterioso) V em seu plano contra o governo autoritário. O que talvez me faça sempre ficar tão ligada - ou coisa assim - com esse filme (e a história original) são os fatos que levaram V a ser quem é. A tortura, os testes, "Dunas de Sal"...
Espero que tenham gostado e que assistam e sintam toda alegria que eu senti vendo esses filmes <3


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