Ira, luxúria, gula, inveja, orgulho: estes já não mais são vícios. São produtos, ferramentas de marketing. Luxúria é nosso estilo de vida por inteiro, inveja é o que nos empurra para mais compras, mais desejos. Até mesmo em nossos relacionamentos procuramos e consumimos o possível do outro, até que nada sobre. Nossos apetites constantemente satisfazem-se as custas dos outros. É nessa cadeia lobo-devora-lobo na qual perdemos nossa humanidade. Mas assim como a vida não define-se apenas por isso, tampouco sua resposta está nas mentes de doutores e filósofos: depende de nós, os verdadeiros viventes, a definição do que é estar vivo, fora dessa caixa de comportamentos pré-determinados. Essa resposta nasce, cresce, diariamente, através daqueles que lutam contra qualquer vício - não através de palavras - mas com a vivência em si.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Of Monsters And Men
Postar exclusivamente sobre uma banda nunca esteve em minha lista de "pautas" para o blog, mas, como para tudo existe uma primeira vez, aqui estou, para compartilhar com vocês uma das bandas mais lindas (se não a mais linda) que eu ouvi em 2013, e que foi apresentada á mim por uma prima que eu amo muito.
Of Monsters and Men é uma banda islandesa formada em 2010 (e é aqui que eu corro no wikipédia pra pegar o nome e o sobrenome dos integrantes já que nem sei como estes se pronunciam em português), com Nanna Bryndís no vocal e violão, Ragnar Þórhallsson no vocal e guitarra, Brynjar Leifsson na guitarra, Arnar Rósenkranz Hilmarsson na bateria, Árni Guðjónsson no piano e nos teclados, Kristján Páll Kristjánsson no baixo e Ragnhildur Gunnarsdóttir no trompete.
Se você foi recentemente ao cinema para ver Em Chamas e prestou atenção nas músicas dos créditos (a menos que eu seja a única que faz isso), provavelmente ouviu a música Silhouettes, que eles gravaram para a OST do filme.
Agora vou ao porquê de postar sobre eles aqui: É como se fosse uma forma de compartilhar a minha alegria e inspiração diária com vocês. As músicas deles são alegres, com ritmos ~contagiantes~ (isso soou muito sessão da tarde). É aquela música pra escutar dançando, não importa onde esteja, e se imaginar em uma colina no pôr-do-sol dançando, sendo feliz, ou na estrada... enfim.
Ah, e também toca uma música deles chamada Dirty Paws (e se você me segue no twitter já sabe o porquê no meu username) no trailer do filme A Vida Secreta de Walter Mitty.
Esse ano eles vieram ao Brasil para o festival Lollapalooza com a turnê de seu álbum, My Head Is An Animal, vinda essa que se deve ao sucesso do álbum.
E nem vou começar a falar sobre como sou fã do estilo (sim, das roupas) não apenas da banda em geral, mas principalmente da vocalista, Nanna. Ela é demais. fim. (não é qualquer um que faz um undercut e ainda tem toda a delicadeza~ do rosto preservada.)
Bom, é isso. Só queria deixar registrado meu amor/vício nessa banda, por que ficar apaixonada sozinha não é nada legal. Espero que curtam muito.
❤
Ah, e como não deu tempo de fazer uma postagem apenas para isso, quero desejar pra todos vocês um feliz natal (mesmo que atrasado) e um feliz ano novo. Muito amor, felicidade, bons momentos e saúde pra todos!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Mal Do Século; Mal Da Alma.
Eu fecho a porta e me tranco. Fecho as janelas quando chove, enxugo as lágrimas quando elas caem. Limpo debaixo das unhas a sujeira que nem sei da onde veio. Rio de piadas que já ouvi antes, choro com histórias que já sei o final, e não olho no rosto de quem esbarrou em mim. Agradeço elogios e gentilezas, aceito-os mesmo sem acreditar que são verdadeiros ou sinceros. Nem sempre sou sincera comigo mesma. Não conheço uma pessoa que o consiga fazer sem destruir á si mesmo.
Não seguro no corrimão porque secretamente já desisti de lutar pela sobrevivência, e decidi lutar pela prosperidade da mente. Dizem que a morte é uma transição, que, honestamente, acho que já vivi, de modo que sei reconhecer e distinguir os momentos da minha vida onde realmente vivi, já que sabia como era morrer. De fato, não foi uma transição rápida, muito menos fácil; foram etapas, provações. Pequenas mudanças e fagulhas da realidade que me mostraram que aquilo não é viver. A estagnação da alma, o tédio, a sensação de que tudo é tolo e insípido foram espelhos da morte que crescia em mim, cada dia mais, me assombrando, se mostrando através do sofrimento que impus ao meu corpo, para que talvez, a alma pudesse descansar. Atentados tolos ao monstro que havia em mim., e eu, debilmente, tentando fazer ele escapar por arestas em minha pele.
Mas nessa época tive a chance de olhar para dentro de mim com maior atenção. E foi ali, naquele lugar desolado e em escombros que vi certas verdades sobre mim. Ali, onde não haviam máscaras ou aparências a serem mantidas. Naquele lugar, descobri qual luta precisaria enfrentar, e que até hoje, continuo enfrentando.
A verdade é que no meio de tanta dúvida e medo, eu me perdi; perdi a trilha de quem eu sou, e agora simplesmente busco me encontrar no meio de fantasias, expectativas e possibilidades que dificilmente tornam-se reais no dia-a-dia. Buscando, procurando a trilha que me leve a quem eu sou, quem eu quero ou posso ser, para que eu pelo menos saiba o que eu tenho que fazer para continuar nela.
Tem horas que fica tudo tão óbvio, parece tão verdadeiro, que chego á acreditar que no meio de tanta sujeira, dor, desespero, finalmente eu encontrei a trilha de quem sou eu.
Com ele, eu tinha essa segurança. Ou pelo menos tinha alguma idéia.
Mas, afinal, "foi em circunstâncias como essas que fui acometido pela doença do século.", e nela, eu me perdi, e com ela sofro até hoje.
O que talvez me faça intitular isso assim é o fato de que pode ser momentâneo, uma doença curável; Isso me faz carregar uma fagulha de esperança, uma vontade de conhecer o seu interior assim como se conhece os detalhes de uma prisão na qual se passa a vida inteira.
Não seguro no corrimão porque secretamente já desisti de lutar pela sobrevivência, e decidi lutar pela prosperidade da mente. Dizem que a morte é uma transição, que, honestamente, acho que já vivi, de modo que sei reconhecer e distinguir os momentos da minha vida onde realmente vivi, já que sabia como era morrer. De fato, não foi uma transição rápida, muito menos fácil; foram etapas, provações. Pequenas mudanças e fagulhas da realidade que me mostraram que aquilo não é viver. A estagnação da alma, o tédio, a sensação de que tudo é tolo e insípido foram espelhos da morte que crescia em mim, cada dia mais, me assombrando, se mostrando através do sofrimento que impus ao meu corpo, para que talvez, a alma pudesse descansar. Atentados tolos ao monstro que havia em mim., e eu, debilmente, tentando fazer ele escapar por arestas em minha pele.
Mas nessa época tive a chance de olhar para dentro de mim com maior atenção. E foi ali, naquele lugar desolado e em escombros que vi certas verdades sobre mim. Ali, onde não haviam máscaras ou aparências a serem mantidas. Naquele lugar, descobri qual luta precisaria enfrentar, e que até hoje, continuo enfrentando.
A verdade é que no meio de tanta dúvida e medo, eu me perdi; perdi a trilha de quem eu sou, e agora simplesmente busco me encontrar no meio de fantasias, expectativas e possibilidades que dificilmente tornam-se reais no dia-a-dia. Buscando, procurando a trilha que me leve a quem eu sou, quem eu quero ou posso ser, para que eu pelo menos saiba o que eu tenho que fazer para continuar nela.
Tem horas que fica tudo tão óbvio, parece tão verdadeiro, que chego á acreditar que no meio de tanta sujeira, dor, desespero, finalmente eu encontrei a trilha de quem sou eu.
Com ele, eu tinha essa segurança. Ou pelo menos tinha alguma idéia.
Mas, afinal, "foi em circunstâncias como essas que fui acometido pela doença do século.", e nela, eu me perdi, e com ela sofro até hoje.
O que talvez me faça intitular isso assim é o fato de que pode ser momentâneo, uma doença curável; Isso me faz carregar uma fagulha de esperança, uma vontade de conhecer o seu interior assim como se conhece os detalhes de uma prisão na qual se passa a vida inteira.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Resenha: O Último Reino, de Bernard Cornwell
Antes de qualquer coisa: Esta é minha primeira resenha, e tentarei fazer meu melhor; Caso contrário, tentarei aprender com meus erros.
O Último Reino é o primeiro da série Crônicas Saxônicas, escrito por Bernard Cornwell, e conta pelo ponto de vista de Uhtred - nascido na aristocracia da Nortúmbria que aos 9 anos de idade foi levado pelos Dinamarqueses de seu lar para viver com eles - a história e a luta do rei Alfredo, O Grande, para defender seu reino de invasores dinamarqueses, uma guerra entre pagãos e cristãos.
No primeiro livro acompanhamos o crescimento de Uhtred, seu dia-a-dia entre os dinamarqueses e seus primeiros contatos com a monarquia de Alfredo. Sua saída da Nortúmbria, sua evolução. (não apenas como o personagem em si, mas sua relação com os dinamarqueses, em especial, Ragnar, seu protetor)
Como foi dito por George R.R. Martin (para quem não sabe, o autor do conhecido e amado Game of Thrones), Bernard Cornwell cria cenas de batalha como ninguém, e é a pura verdade. Com uma descrição rica e bem situada, é possível entender o que está acontecendo, envolver-se na história, e (fazendo piadinha) até ouvir a canção da espada. Possui também boas "brechas cômicas" aliviando a tensão nos momentos certos, mesmo que ás vezes usando "palavrões", que são perdoados despreocupadamente, levando em conta as circunstâncias.
Cornwell soube ao mesmo tempo, nos apresentar de forma nua e crua a verdade humana mas também expor a evolução de um herói, seu nascimento e o que ele teve que passar pra chegar até ali. Seus defeitos, valores e erros, e ao mesmo tempo, sem muita pompa, enobrecer e valorizar o personagem, de uma forma que eu particularmente achei fascinante.
Afinal, talvez seja essa a palavra que eu gostaria de aplicar a esse livro, e talvez, a série: Fascinante. A história como ela é, e ao mesmo tempo, tornada (se me permitem dizer) fantástica e saborosa.
Quanto ao livro: uma boa diagramação, o tamanho e o espaçamento são bons (em momento algum tive que unir as sombrancelhas pra tentar ler, isso é um bom sinal). Li ainda no final do período escolar, o que significava que o peso foi único pequeno problema. Somado á dois cadernos e apostilas, leve não era a palavra de ordem.
E chegamos ao fim da minha primeira resenha (yaaaaay)
E aí, fui bem? Espero que sim ♥
(ah e quanto ao novo tema/nome? gostaram? foi inspirado na música Pequenas Margaridas, da fofíssima nana)
O Último Reino é o primeiro da série Crônicas Saxônicas, escrito por Bernard Cornwell, e conta pelo ponto de vista de Uhtred - nascido na aristocracia da Nortúmbria que aos 9 anos de idade foi levado pelos Dinamarqueses de seu lar para viver com eles - a história e a luta do rei Alfredo, O Grande, para defender seu reino de invasores dinamarqueses, uma guerra entre pagãos e cristãos.
No primeiro livro acompanhamos o crescimento de Uhtred, seu dia-a-dia entre os dinamarqueses e seus primeiros contatos com a monarquia de Alfredo. Sua saída da Nortúmbria, sua evolução. (não apenas como o personagem em si, mas sua relação com os dinamarqueses, em especial, Ragnar, seu protetor)
Como foi dito por George R.R. Martin (para quem não sabe, o autor do conhecido e amado Game of Thrones), Bernard Cornwell cria cenas de batalha como ninguém, e é a pura verdade. Com uma descrição rica e bem situada, é possível entender o que está acontecendo, envolver-se na história, e (fazendo piadinha) até ouvir a canção da espada. Possui também boas "brechas cômicas" aliviando a tensão nos momentos certos, mesmo que ás vezes usando "palavrões", que são perdoados despreocupadamente, levando em conta as circunstâncias.
Cornwell soube ao mesmo tempo, nos apresentar de forma nua e crua a verdade humana mas também expor a evolução de um herói, seu nascimento e o que ele teve que passar pra chegar até ali. Seus defeitos, valores e erros, e ao mesmo tempo, sem muita pompa, enobrecer e valorizar o personagem, de uma forma que eu particularmente achei fascinante.
Afinal, talvez seja essa a palavra que eu gostaria de aplicar a esse livro, e talvez, a série: Fascinante. A história como ela é, e ao mesmo tempo, tornada (se me permitem dizer) fantástica e saborosa.
Quanto ao livro: uma boa diagramação, o tamanho e o espaçamento são bons (em momento algum tive que unir as sombrancelhas pra tentar ler, isso é um bom sinal). Li ainda no final do período escolar, o que significava que o peso foi único pequeno problema. Somado á dois cadernos e apostilas, leve não era a palavra de ordem.
E chegamos ao fim da minha primeira resenha (yaaaaay)
E aí, fui bem? Espero que sim ♥
(ah e quanto ao novo tema/nome? gostaram? foi inspirado na música Pequenas Margaridas, da fofíssima nana)
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Remédios para a alma - Parte III: Fotografia ♥
Olá, senhoras e senhores!
Hoje vim aqui falar sobre este assunto que dentre muitos é um dos meus favoritos: Fotografia.
Sem brincadeira, eu sou capaz de passar horas e horas procurando coisas novas, apreciando trabalhos e aprendendo, mas nada supera a prática: sair por aí clicando e tendo a chance de compartilhar com todos o que eu vejo do mundo: detalhes, cores - ou a falta delas, olhares e afins.
Mas antes de compartilhar a minha forma de ver tudo, vou deixar aqui algumas das minhas inspirações: Fotógrafos e fotógrafas, iniciantes, amadores ou profissionais; mas vou deixar aqui uma breve observação: a foto não é só a câmera que a tirou. o fotógrafo também coloca muito de si no seu trabalho e é isso que eu admiro.
~vamos lá sem mais delongas~
Andy Barron
Andy é um rapaz muito sortudo que faz o que ama e ama o que faz, e melhor ainda: faz isso tudo de um jeito único e ao lado de grandes estrelas da música. Conheci o trabalho dele assim, aliás... Sou do tipo de fã que busca inspiração no artista, e eu sempre pensava "nossa o fotógrafo do Switchfoot é além de sortudo, talentoso, vou pesquisar sobre ele" (mentira, não foi EXATAMENTE assim, rs). E gente-do-céu, eu fiquei bestinha de ver. Eis alguns nomes que ele já trabalhou (além de ♥switchfoot♥): The Civil Wars (falarei sobre eles qualquer dia desses), Foster The People, Paramore e Mumford and Sons.
Algumas das minhas favoritas, por ele:
Jessie Roth
No meu antigo blog já falei dela, e falar de novo é a prova de que eu não canso de admirar o trabalho dela. Jessie é uma garota de 19 anos que de 2009 pra cá tem compartilhado momentos da sua vida no seu flickr, hobbie que lhe rendeu um livro de fotografia e a chance de fotografar diversos eventos, inclusive desfiles de moda. Gosto de suas fotos pois tem um ar amigável, aconchegante e inspirador: Ela compartilha muito de si nas fotos, sem deixar que fique uma coisa muito exposta ou pessoal. E melhor ainda: na maioria das vezes, faz isso usando filme! Minhas fotos favoritas tiradas por ela são as pertencentes ao álbum 365. (é uma tag em que você tira uma foto por dia, por um ano)
Millie Clinton
Millie é uma garota de 16 anos extremamente sortuda por ter amigas super fotogênicas e morar num lugar ótimo pra tirar fotos, e ela aproveita ao máximo. As fotos tem um toque de delicadeza que atenta para detalhes, poses e olhares, e preciso confessar que ter amigas lindinhas já é um quebra-galho pra alguém que gosta de tirar fotos. (hehe)
Hoje vim aqui falar sobre este assunto que dentre muitos é um dos meus favoritos: Fotografia.
Sem brincadeira, eu sou capaz de passar horas e horas procurando coisas novas, apreciando trabalhos e aprendendo, mas nada supera a prática: sair por aí clicando e tendo a chance de compartilhar com todos o que eu vejo do mundo: detalhes, cores - ou a falta delas, olhares e afins.
Mas antes de compartilhar a minha forma de ver tudo, vou deixar aqui algumas das minhas inspirações: Fotógrafos e fotógrafas, iniciantes, amadores ou profissionais; mas vou deixar aqui uma breve observação: a foto não é só a câmera que a tirou. o fotógrafo também coloca muito de si no seu trabalho e é isso que eu admiro.
~vamos lá sem mais delongas~
Andy Barron
Andy é um rapaz muito sortudo que faz o que ama e ama o que faz, e melhor ainda: faz isso tudo de um jeito único e ao lado de grandes estrelas da música. Conheci o trabalho dele assim, aliás... Sou do tipo de fã que busca inspiração no artista, e eu sempre pensava "nossa o fotógrafo do Switchfoot é além de sortudo, talentoso, vou pesquisar sobre ele" (mentira, não foi EXATAMENTE assim, rs). E gente-do-céu, eu fiquei bestinha de ver. Eis alguns nomes que ele já trabalhou (além de ♥switchfoot♥): The Civil Wars (falarei sobre eles qualquer dia desses), Foster The People, Paramore e Mumford and Sons.
Algumas das minhas favoritas, por ele:
Switchfoot, em uma boa e velha fisheye
O duo de música folk The Civil Wars e todo seu amor
Foster the People e seus integrantes gatinhos
Jessie Roth
No meu antigo blog já falei dela, e falar de novo é a prova de que eu não canso de admirar o trabalho dela. Jessie é uma garota de 19 anos que de 2009 pra cá tem compartilhado momentos da sua vida no seu flickr, hobbie que lhe rendeu um livro de fotografia e a chance de fotografar diversos eventos, inclusive desfiles de moda. Gosto de suas fotos pois tem um ar amigável, aconchegante e inspirador: Ela compartilha muito de si nas fotos, sem deixar que fique uma coisa muito exposta ou pessoal. E melhor ainda: na maioria das vezes, faz isso usando filme! Minhas fotos favoritas tiradas por ela são as pertencentes ao álbum 365. (é uma tag em que você tira uma foto por dia, por um ano)
fofa e inteligente. ah, sortuda e talentosa também.
acho que essa é uma das minhas fotos favoritas dela, não sei por que, sério.
Millie Clinton
Millie é uma garota de 16 anos extremamente sortuda por ter amigas super fotogênicas e morar num lugar ótimo pra tirar fotos, e ela aproveita ao máximo. As fotos tem um toque de delicadeza que atenta para detalhes, poses e olhares, e preciso confessar que ter amigas lindinhas já é um quebra-galho pra alguém que gosta de tirar fotos. (hehe)
amigas fotogênicas...
...e lugares fofos.
Bom, por hoje fico por aqui, queridos. Espero que gostem e que eu tenha transmitido pra vocês, através da fotografia, um pouco da inspiração e magia e amorzinho que eu sinto.
E pra quem talvez se interesse, fica o link pro meu flickr: http://www.flickr.com/photos/fernandacavalcante/
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Remédios para a alma, parte II (antes tarde do que nunca!)
Sim, eu demorei a postar a segunda parte de uma série que nem anunciei, a de "Remédios Para a Alma", a primeira parte foi sobre música, como já devem ter visto.
Antes de começar, quero pedir desculpas: Por decidir me empenhar de verdade nos estudos, acabei sem muito tempo para outras coisas, e por descuido, fiquei sem postar aqui.
Mas agora, sem avaliações, provas, ou (grandes) preocupações, podemos ir ao que interessa!
Seguindo a linha de "coisas que me acalmam" e afins, decidi que esse post seria sobre filmes e seriados, afinal, quem nunca acabou decidindo ver um filme, ou uns episódios de alguma besteirinha que achou na TV e acabou gostando? (provavelmente muita gente, enfim) Isso aconteceu comigo, com o primeiro filme que eu vou citar aqui, que nunca poderia ficar de fora.
Orgulho e Preconceito (2005)
Quem me conhece muito provavelmente está dando um risinho ou segurando uma plaquinha "Eu Já Sabia", mas tem como não citar esse amor?
Ok, vamos lá: Orgulho e Preconceito, filme de 2005 dirigido por Joe Wright, é baseado no livro de mesmo nome escrito por Jane Austen em 1813, e conta a história das irmãs Bennet e sua busca (pelo menos de algumas delas) por um marido rico, que significaria ascensão social e um vida de madame. Mas para Elizabeth Bennet, a segunda mais velha de cinco irmãs, não é assim que a banda toca: Só um amor de verdade a levaria a casar; mas para sua irmã mais velha, Jane, as coisas são diferentes. Dona de um temperamento doce, a bela Jane rapidamente se aproxima do novo vizinho na região, o Sr. Bingley, dono de uma fortuna, locatário da mansão de Netherfield Park, e melhor amigo do polêmico Sr. Darcy. Primeiramente, a impressão que temos é que faíscas saem de cada encontro entre Darcy e Elizabeth, até que, para qualquer telespectador atento, fica evidente que a aproximação tomou diferentes rumos. Mas a grande questão da história concentra-se já no nome: Será que ambos seriam capazes de deixar de lado o ~Orgulho~ e o ~Preconceito~ para focarem-se no que realmente importa?
Esse filme, assim como o livro, me deixa nas nuvens toda vez que o assisto: tem uma fotografia que me deixa aos suspiros, assim como a simples presença da linda Keira e do queridíssimo Matthew MacFayden, que tem uma "química" de dar inveja á muitofilme cheio de mel e lágrimas baseado em um Nicholas Sparks casal por aí. Preciso mencionar que meu amor á delicadeza dos detalhes e a trilha sonora foram também fortes pontos que deixam esse filme entre meus favoritos.
Amadeus (1984)
Já experimentaram falar esse nome em voz alta? Wolfgang Amadeus Mozart. Ficou claro que retratar a vida de ninguém mais ninguém menos que Mozart mereceria um filme tão genial e grandioso quanto o próprio. Fico feliz quando lembro que foi meio por acaso que acabei vendo esse filme, também.. Pedi ao meu pai que alugasse filmes, e entre alguns, aquele DVD com uma máscara enigmática na capa me chamou a atenção, as três horas de filme que eu tinha pela frente me deixaram meio receosa, mas é óbvio que valeu mais que a pena. O filme se passa através dos relatos do músico Salieri, já velho e internado em um asilo, que após tentar se suicidar, começa a confessar a um padre desde sua juventude até a sua trama contra Mozart. Uma relação unilateral de inveja, admiração e loucura crescem com o passar do filme, (e a minha história de amor com a risada nada discreta de Mozart); também vemos um pouco da vida de Mozart em Viena, sua trajetória familiar e o caminho desesperador em que ele se vê, com as dificuldades financeiras e a partida da esposa com o filho. Salieri, ainda em seu engenhoso plano, ilude Mozart (já em um estado de saúde debilitado), e o induz a terminar aquela que seria a sua última obra, o Requiem encomendado por Salieri. Atravessam a madrugada nesta missão, quando a esposa de Mozart, arrependida, retorna de sua fuga, manda Salieri ir embora e tira de suas mãos o fruto daquele engenhoso plano; após esses ocorridos, ao tentar acordar o marido, Constanze, sua esposa, descobre que está morto.
Entendam como quiserem, sempre fui uma fã de vários tipos de loucura, e a dos dois - Salieri e Mozart - de alguma forma, fez com que esse filme se tornasse mais do que um filme locado ao acaso.
ah, e eu não me perdoaria se deixasse passar a chance:
V de Vingança (2006)
Esse filme é um dos poucos motivos para que eu goste do canal TNT. De tanto ser transmitido, consegui, apesar de na época não ser pra minha idade, ver o filme inteiro, e, good god, ser teimosa nunca foi tão legal.
Esse filme é a síntese de (quase) tudo que eu gosto de ver em um filme: distopias, Natalie Portman, cenas de ação (que sempre me fazem esquecer de respirar), sangue, e aquele personagem que só poderia ser descrito com um palavrão enaltecedor de suas ~habilidades~.
Baseado nas graphic novels de Allan Moore e David Lloyd, V de Vingança se passa em uma Inglaterra distópica de um passado (para quem vive no mundo de hoje, pelo menos) alternativo e futurista. Conta a trajetória de Evey, que após algumas crises de moral, aceita que está ao lado do mascarado (e muito misterioso) V em seu plano contra o governo autoritário. O que talvez me faça sempre ficar tão ligada - ou coisa assim - com esse filme (e a história original) são os fatos que levaram V a ser quem é. A tortura, os testes, "Dunas de Sal"...E como não gostar de um cara que faz ovo ~dentro~ da torrada? É um filme surpreendente, quem não viu, espero que goste, e quem já viu e deve ser fã, não me mate por ser péssima com resenhas.
Espero que tenham gostado e que assistam e sintam toda alegria que eu senti vendo esses filmes <3
Antes de começar, quero pedir desculpas: Por decidir me empenhar de verdade nos estudos, acabei sem muito tempo para outras coisas, e por descuido, fiquei sem postar aqui.
Mas agora, sem avaliações, provas, ou (grandes) preocupações, podemos ir ao que interessa!
Seguindo a linha de "coisas que me acalmam" e afins, decidi que esse post seria sobre filmes e seriados, afinal, quem nunca acabou decidindo ver um filme, ou uns episódios de alguma besteirinha que achou na TV e acabou gostando? (provavelmente muita gente, enfim) Isso aconteceu comigo, com o primeiro filme que eu vou citar aqui, que nunca poderia ficar de fora.
Orgulho e Preconceito (2005)
Quem me conhece muito provavelmente está dando um risinho ou segurando uma plaquinha "Eu Já Sabia", mas tem como não citar esse amor?
Ok, vamos lá: Orgulho e Preconceito, filme de 2005 dirigido por Joe Wright, é baseado no livro de mesmo nome escrito por Jane Austen em 1813, e conta a história das irmãs Bennet e sua busca (pelo menos de algumas delas) por um marido rico, que significaria ascensão social e um vida de madame. Mas para Elizabeth Bennet, a segunda mais velha de cinco irmãs, não é assim que a banda toca: Só um amor de verdade a levaria a casar; mas para sua irmã mais velha, Jane, as coisas são diferentes. Dona de um temperamento doce, a bela Jane rapidamente se aproxima do novo vizinho na região, o Sr. Bingley, dono de uma fortuna, locatário da mansão de Netherfield Park, e melhor amigo do polêmico Sr. Darcy. Primeiramente, a impressão que temos é que faíscas saem de cada encontro entre Darcy e Elizabeth, até que, para qualquer telespectador atento, fica evidente que a aproximação tomou diferentes rumos. Mas a grande questão da história concentra-se já no nome: Será que ambos seriam capazes de deixar de lado o ~Orgulho~ e o ~Preconceito~ para focarem-se no que realmente importa?
Esse filme, assim como o livro, me deixa nas nuvens toda vez que o assisto: tem uma fotografia que me deixa aos suspiros, assim como a simples presença da linda Keira e do queridíssimo Matthew MacFayden, que tem uma "química" de dar inveja á muito
Amadeus (1984)
Já experimentaram falar esse nome em voz alta? Wolfgang Amadeus Mozart. Ficou claro que retratar a vida de ninguém mais ninguém menos que Mozart mereceria um filme tão genial e grandioso quanto o próprio. Fico feliz quando lembro que foi meio por acaso que acabei vendo esse filme, também.. Pedi ao meu pai que alugasse filmes, e entre alguns, aquele DVD com uma máscara enigmática na capa me chamou a atenção, as três horas de filme que eu tinha pela frente me deixaram meio receosa, mas é óbvio que valeu mais que a pena. O filme se passa através dos relatos do músico Salieri, já velho e internado em um asilo, que após tentar se suicidar, começa a confessar a um padre desde sua juventude até a sua trama contra Mozart. Uma relação unilateral de inveja, admiração e loucura crescem com o passar do filme, (e a minha história de amor com a risada nada discreta de Mozart); também vemos um pouco da vida de Mozart em Viena, sua trajetória familiar e o caminho desesperador em que ele se vê, com as dificuldades financeiras e a partida da esposa com o filho. Salieri, ainda em seu engenhoso plano, ilude Mozart (já em um estado de saúde debilitado), e o induz a terminar aquela que seria a sua última obra, o Requiem encomendado por Salieri. Atravessam a madrugada nesta missão, quando a esposa de Mozart, arrependida, retorna de sua fuga, manda Salieri ir embora e tira de suas mãos o fruto daquele engenhoso plano; após esses ocorridos, ao tentar acordar o marido, Constanze, sua esposa, descobre que está morto.
Entendam como quiserem, sempre fui uma fã de vários tipos de loucura, e a dos dois - Salieri e Mozart - de alguma forma, fez com que esse filme se tornasse mais do que um filme locado ao acaso.
ah, e eu não me perdoaria se deixasse passar a chance:
V de Vingança (2006)
Esse filme é um dos poucos motivos para que eu goste do canal TNT. De tanto ser transmitido, consegui, apesar de na época não ser pra minha idade, ver o filme inteiro, e, good god, ser teimosa nunca foi tão legal.
Esse filme é a síntese de (quase) tudo que eu gosto de ver em um filme: distopias, Natalie Portman, cenas de ação (que sempre me fazem esquecer de respirar), sangue, e aquele personagem que só poderia ser descrito com um palavrão enaltecedor de suas ~habilidades~.
Baseado nas graphic novels de Allan Moore e David Lloyd, V de Vingança se passa em uma Inglaterra distópica de um passado (para quem vive no mundo de hoje, pelo menos) alternativo e futurista. Conta a trajetória de Evey, que após algumas crises de moral, aceita que está ao lado do mascarado (e muito misterioso) V em seu plano contra o governo autoritário. O que talvez me faça sempre ficar tão ligada - ou coisa assim - com esse filme (e a história original) são os fatos que levaram V a ser quem é. A tortura, os testes, "Dunas de Sal"...
Espero que tenham gostado e que assistam e sintam toda alegria que eu senti vendo esses filmes <3
sábado, 20 de abril de 2013
Sobre contentamento, alegria e força de vontade.
(E não, este não é um "post motivacional", a menos que você queira interpretar como um.)
Boa noite, queridíssimos!
Hoje eu vou falar sobre esses três temas, que para mim estão intimamente ligados; eu poderia simplesmente escrever isso em um caderno só para mim, mas acho que é válido compartilhar com vocês, e fazê-los pensar no assunto.
Não vou ser hipócrita e dizer que sou contente com a maneira e com o ambiente em que vivo, pois realmente não sou. Existem muitas coisas que precisam de mudanças, muito caos que precisa dar lugar a paz, pra que eu realmente me contente com o meu viver; Antes de acusar os motivos externos, me acostumei (mesmo que aos trancos e barrancos) a olhar primeiro para dentro, por mais difícil que isso seja: Saber examinar minha alma, ver aquilo que a faz "apodrecer", e saber ver em mim aquilo que eu preciso mudar.
E quando essa mudança que supostamente me faria mais feliz, afeta outras pessoas? Quando, para poder estar satisfeita com a pessoa que eu sou, tenho que deixar de ser essa pessoa que outro alguém pode ter aprendido a amar? Quando me deparei com esta situação, não tive muito tempo para pensar, apenas decidi agir. Uma vez tomadas as medidas necessárias, vi outra obstáculo antes de chegar ao tão sonhado contentamento: A força de vontade (ou pelo menos a falta dela)
Eu nunca fui uma pessoa muito determinada, você pode ver isso pela quantidade de blogs e redes sociais que eu já abandonei... Muito dificilmente eu tenho toda a força de vontade necessária para algum objetivo, mas quando eu quero, aaaah , eu quero. Só que antes de alcançar integralmente o estado de espírito que eu preciso para encontrar uma "paz interior" que me leve ao contentamento, muitas, muitas coisas acontecem, e muitas delas me levam sempre para o lado negativo de tudo, já que tenho uma grande facilidade para ver tudo pelo lado mais pessimista possível. O que eu preciso, apenas, é a força de vontade necessária para superar tudo isso, e tiro ela de tudo que posso: Músicas, Livros, e o meu amor por fotografia.
O problema é quando nem neles eu encontro o que eu preciso, e é aí que o bicho pega de verdade. Mas vamos ver até onde isso vai dar, né?
♥
Recomendação musical da noite: Switchfoot - Burn out Bright (tem um pouco a ver com o tema, achei que seria legal)
Letra da música: http://letras.mus.br/switchfoot/863694/
p.s.: escolhi a versão acústica da música pois sou muito apaixonada por ela, mas para quem quiser a versão ~agitada~ aqui está: http://youtu.be/5LoEUNPXtto
Boa noite, queridíssimos!
Hoje eu vou falar sobre esses três temas, que para mim estão intimamente ligados; eu poderia simplesmente escrever isso em um caderno só para mim, mas acho que é válido compartilhar com vocês, e fazê-los pensar no assunto.
Não vou ser hipócrita e dizer que sou contente com a maneira e com o ambiente em que vivo, pois realmente não sou. Existem muitas coisas que precisam de mudanças, muito caos que precisa dar lugar a paz, pra que eu realmente me contente com o meu viver; Antes de acusar os motivos externos, me acostumei (mesmo que aos trancos e barrancos) a olhar primeiro para dentro, por mais difícil que isso seja: Saber examinar minha alma, ver aquilo que a faz "apodrecer", e saber ver em mim aquilo que eu preciso mudar.
E quando essa mudança que supostamente me faria mais feliz, afeta outras pessoas? Quando, para poder estar satisfeita com a pessoa que eu sou, tenho que deixar de ser essa pessoa que outro alguém pode ter aprendido a amar? Quando me deparei com esta situação, não tive muito tempo para pensar, apenas decidi agir. Uma vez tomadas as medidas necessárias, vi outra obstáculo antes de chegar ao tão sonhado contentamento: A força de vontade (ou pelo menos a falta dela)
Eu nunca fui uma pessoa muito determinada, você pode ver isso pela quantidade de blogs e redes sociais que eu já abandonei... Muito dificilmente eu tenho toda a força de vontade necessária para algum objetivo, mas quando eu quero, aaaah , eu quero. Só que antes de alcançar integralmente o estado de espírito que eu preciso para encontrar uma "paz interior" que me leve ao contentamento, muitas, muitas coisas acontecem, e muitas delas me levam sempre para o lado negativo de tudo, já que tenho uma grande facilidade para ver tudo pelo lado mais pessimista possível. O que eu preciso, apenas, é a força de vontade necessária para superar tudo isso, e tiro ela de tudo que posso: Músicas, Livros, e o meu amor por fotografia.
O problema é quando nem neles eu encontro o que eu preciso, e é aí que o bicho pega de verdade. Mas vamos ver até onde isso vai dar, né?
♥
Recomendação musical da noite: Switchfoot - Burn out Bright (tem um pouco a ver com o tema, achei que seria legal)
Letra da música: http://letras.mus.br/switchfoot/863694/
p.s.: escolhi a versão acústica da música pois sou muito apaixonada por ela, mas para quem quiser a versão ~agitada~ aqui está: http://youtu.be/5LoEUNPXtto
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